sexta-feira, 10 de junho de 2016

Resenhando: Série Robert Langdon: Anjos e Demônios


    Geeeente!!! Hoje vou iniciar uma série de quatro resenhas: os quatro livros do Dan Brown em que o personagem principal é o simbologista Robert Langdon. As resenhas serão em ordem cronológica de lançamento, ok? Então, iniciamos com o primeiro - e meu preferido-: ANJOS E DEMÔNIOS!

    Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em "Anjos e Demônios", quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave para eleger o novo papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. 

   "Às vezes, a revelação divina significa simplesmente adaptar seu cérebro para escutar o que seu coração já sabe."

   "Anjos e Demônios" é, sem dúvidas, um dos melhores livros que já li. E o meu preferido do Dan Brown. O autor tem um estilo próprio, sabe? Aborda como ninguém a religião. Apresenta prós e contras de cada lado e nos deixa reflexivos e sempre com uma pulguinha atrás da orelha. 
    O livro prende tanto que é quase impossível parar de ler. Passei madrugadas com os olhos fixos nele (com um medinho, vez ou outra). O ritmo da leitura é absurdamente alucinante. Para nos prender ainda mais, Dan sempre termina os capítulos no ponto mais alto, aí já vamos pro próximo e pro próximo e pro próximo. 
    A obra fica ainda mais interessante porque o autor nos conta partes importantes da História, além do passeio incrível por Roma que fazemos durante a jornada do personagem (vale uma olhadinha no Google Maps pra conferir os lugares maravilhosos que são citados!).
    Para quem ainda não leu, está mais do que recomendado. O filme também é ótimo: estrelado pelo Tom Hanks! <3

    A próxima resenha é do *polêmico* "O Código da Vinci"!!! Beijo beijo!!! <3333

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Resenhando: O Chamado do Cuco e O Bicho-da-Seda




    Oi oi, gente!!
    Sabendo que o próximo livro de Robert Galbraith (JK Rowling <3) está vindo por aí, resolvi fazer uma resenha dupla dos seus primeiros sucessos: O Chamado do Cuco e O Bicho-da-Seda. Cormoran Strike está voltando!!!

-> O CHAMADO DO CUCO

    Quando uma modelo problemática cai para a morte de uma varanda coberta de neve, presume-se que ela tenha cometido suicídio. No entanto, seu irmão tem suas dúvidas e decide chamar o detetive particular Cormoran Strike para investigar o caso.
    Strike é um veterano de guerra, ferido física e psicologicamente, e sua vida está em desordem. O caso lhe garante uma sobrevida financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais ele mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrias ficam as coisas e mais perto do perigo ele chega. 

"Como era fácil tirar proveito da tendência de uma pessoa à autodestruição; como era simples empurrá-las para a inexistência, depois recuar, dar de ombros e concordar que este fora o resultado inevitável de uma vida caótica e catastrófica."
                                                                                       -O Chamado do Cuco

-> O BICHO-DA-SEDA

    Quando o escritor Owen Quine desaparece, sua esposa vai a procura de Strike. De início, a Sra. Quine pensa que seu marido apenas se afastou por conta própria, por uns dias - como já tinha feito antes - e ela pede a Strike para que o encontre e o traga para casa. Mas conforme Strike investiga o caso, se torna claro que há mais no desaparecimento de Owen do que sua mulher pensa. 
    O escritor havia terminado um manuscrito contendo descrições venenosas de quase todos que conhecia. Se o livro fosse publicado, poderia arruinar vidas: o que significa que existiam várias pessoas que poderiam querer silenciá-lo. Quando Quine é encontrado brutalmente assassinado em circunstâncias bizarras, a investigação se torna uma corrida contra o tempo para entender a motivação de assassino impiedoso, um assassino como Strike nunca havia visto antes. 

"O assassino de Owen Quine era como aquele tubarão, pensou ele. Não havia predadores furiosos e indiscriminados entre os suspeitos do crime. Nenhum deles tinha histórico conhecido de violência. Não havia, como costuma acontecer quando surgem corpos, um rastro de delitos do passado levando à porta de um suspeito, nenhum passado manchado de sangue arrastando-se atrás de algum deles como um saco de carniça para cães famintos. O assassino era uma fera mais rara e mais estranha: daquela que esconde sua verdadeira natureza até ser suficientemente perturbada."
                                                                                         -O Bicho-da-Seda

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    Gente, sinceramente, depois de Harry Potter (<3), fiquei curiosíssima para saber os próximos passos de JK Rowling. Primeiro, ela nos presenteia com "Morte Súbita" (que eu amei!), depois, como Robert Galbraith, deu início a essa série ma-ra-vi-lho-sa de ficção policial. Assim que li "O Chamado do Cuco", já estava super ansiosa para o próximo volume, e quando ele veio foi só alegria! 
    O leitor já começa a se apaixonar quando conhece Strike: um veterano de guerra, com parte de uma perna amputada, por vezes rabugento, mas que ganha nossos corações com sua sagacidade e suas ideias fantásticas. Logo em seguida, conhecemos Robin, a nova secretária temporária de Strike. Robin logo se empolga com o mundo da investigação, o que deixa seu noivo a cada dia mais irritado. A partir daí, Strike e Robin viram uma dupla quase inseparável (e eu shippo!). 
    Bom, eu amei os dois livros! Acho que gostei ainda mais do segundo, porque não tem muita introdução. Como já conhecemos os personagens e o contexto, a narrativa é mais direta. 
    Para mim, o mais incrível é fazer a investigação junto com Strike. Com as primeiras pistas, começamos tão perdidos quanto ele. Acompanhamos seus interrogatórios, suas divagações e tentamos montar esse grande quebra-cabeça junto com nosso detetive. É maravilhoso juntar as pistas, tirar nossas conclusões e ainda conseguir se surpreender (e muito!) com o desfecho da história. 
    Ah, e pra quem gosta de descrição e uma ambientação bem caprichada, a série é um prato cheio. Você se sente em Londres também!
    Como perceberam, minha empolgação com Robert Galbraith é imensa. Simplesmente não vejo a hora de ter "Vocação Para O Mal" em minhas mãos. Faltam poucos dias!! \o/

Espero que tenham curtido a resenha dupla! Mil beijinhossss :*
    



  












segunda-feira, 7 de março de 2016

Leminski-se: Toda Poesia



    Olá, gente!!!
    Essa resenha é bem diferente do que eu costumo fazer: hoje tem poesia (não sei o motivo de não ter tido antes)!

                           
                       INCENSO FOSSE MÚSICA

                            isso de querer ser
                            exatamente aquilo
                            que a gente é
                            ainda vai
                            nos levar além

 
  Olha, pra quem realmente gosta de poesia, "Toda Poesia", de Leminski, é um prato cheio. Pra quem ainda não teve contato, é uma ótima oportunidade pra conhecer. Esse livro reúne pela primeira vez toda a poesia já publicada pelo autor, ou seja, é poesia que não acaba mais.
    Com suas mais de 400 páginas, "Toda Poesia" surpreende o leitor das mais diversas formas. Quando li, me encantei completamente com a inteligência e a sensibilidade de Leminski. É incrível como ele consegue reunir a erudição e a leveza, a vanguarda e o pop.
    Ainda com toda a genialidade envolvida nessa obra, é claro que a leitura pode se tornar cansativa. Afinal, ler prosa é bem diferente de ler poesia, não é? Meu conselho é: não se preocupe em terminar rápido ou ler tudo em ordem. Leminski é pura liberdade e te permite aproveitar e sentir sua poesia da forma que achar melhor.
    Não deixem de conferir! Bj :**



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Resenhando: Garota Exemplar


    Olá, gente!! Quanto tempo!
    A resenha de hoje é de um sucesso de público e crítica: "Garota Exemplar".
    
    O livro começa no dia do quinto aniversário de casamento de Nick e Amy Dunne, quando a linda e inteligente esposa de Nick desaparece da casa deles às margens do rio Mississipi. Sinais indicam que se trata de um sequestro violento e Nick rapidamente se torna o principal suspeito. Sob pressão da polícia, da mídia e dos ferozmente amorosos pais de Amy, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamento inapropriado. Ele é evasivo e amargo - mas seria um assassino? Ao mesmo tempo, passagens do diário de Amy revelam um casamento tumultuado - mas ela estaria contando toda a história? 

    "O amor faz você querer ser um homem melhor, mas talvez o amor, o verdadeiro amor, também te dá a permissão para ser simplesmente o homem que você é."

    Gente, achei "Garota Exemplar" absolutamente incrível e com um final muito surpreendente. A narração alterna entre os pontos de vista de Nick e Amy, com isso a autora consegue criar um cenário de dúvida e suspense em que a gente muda de ideia a cada capítulo. Com maestria, Gillian Flynn nos mostra os personagens internamente, abordando o íntimo e o psicológico deles.
    Quando as revelações surgem ao longo do livro, é fácil perceber que a verdade dessa história é muito mais sombria do que a gente imagina. O enredo te prende do início ao fim. Impossível não gostar nem que seja só um pouquinho. hahaha

P.s. "Garota Exemplar" virou um filme estrelado por Ben Affleck e Rosamund Pike. 

Vale a pena conferir!! Bjsss :)

   



    

sábado, 6 de junho de 2015

Resenhando: Eleanor & Park



    Oi, gente!! A resenha de hoje é de um dos livros mais fofos que já li! Puro amor <3

    Eleanor e Park são dois adolescentes vizinhos de dezesseis anos. Park, de uma família com descendência coreana, é apaixonado por música e histórias em quadrinho. Ele não chega a ser exatamente popular, mas consegue lidar razoavelmente com os colegas da escola. Eleanor, super ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e "grande" (ela se acha bem gorda), vem de uma família extremamente problemática.
    Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de um início com uma certa resistência, eles começam a conversar e dividir os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a implicância dos amigos e a desaprovação da família conseguem impedir que os dois se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths.

    "Segurar a mão de Eleanor era como segurar uma borboleta. Ou um coração a bater. Como segurar algo completo, e completamente vivo."

    Bom, eu confesso que realmente me apaixonei por "Eleanor & Park". Logo que comecei a leitura fui cativada por esses dois.
    O romance é todo desenvolvido com uma naturalidade incrível. Tudo surge de uma amizade inocente que acaba em um desenrolar maravilhoso. O leitor se apega justamente porque se depara com um amor diferente, nada dessas paixões avassaladoras que vemos na maioria dos romances atuais.
    O livro ainda traz à tona problemas como a violência doméstica e o bullying, mas tudo com absoluto cuidado e sutileza.
    Enfim, junto com Eleanor & Park, vemos que segurar a mão de quem amamos, dividir uma música ou ler uma história juntos pode se tornar o maior evento do mundo.
    Atenção total: o amor pode estar no banco ao lado.

Não deixem de ler! Beijos <3 <3

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Resenhando: Como eu era antes de você



    Olá! Hoje a nossa resenha é de um livro emocionante! Vamos lá?

    Louisa Clark tem 26 anos e quase ambição nenhuma. Mora em uma casa "complicada": com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e o avô que sofreu um derrame e precisa de cuidados constantes. Trabalha num café como garçonete, não ganha muito, mas ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que parece muito mais interessado nos próprios músculos do que nela. Quando o café onde trabalha fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem grandes qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor tem 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas desde que sofreu um acidente de moto, o antes ativo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. Mas Will não sabe que Lou irá trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

    "Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível."

    "Como eu era antes de você" é uma das histórias mais lindas que já li. Se trata de uma história de amor, mas não aqueles clichês com o casal se apaixonando à primeira vista ou lindos finais felizes. O livro é muito real. Mostra a vida com ela é, cheia de percalços e dificuldades.
    É um livro muito gostoso de ler. A maior parte é narrada por Lou, mas alguns capítulos são narrados por outros personagens, assim podemos conhecer outros pontos de vista da história.
    Poucos livros tocaram tão profundamente o meu coração como esse. E ele te alcança de várias formas. Com as dificuldades da deficiência de Will, com o esforço de Lou para fazê-lo feliz, com a história de amor em si, com o triste final...
    Enfim, a leitura está super-hiper-mega recomendada.
    Agora é esperar ansiosamente pelo filme, previsto para esse ano! <3

    Beijos, beijos :* 

   

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Resenhando: Assassinato no Expresso do Oriente



    Olá! É hora de resenha! :)

    Viajando no luxuoso trem Expresso do Oriente, nosso querido Hercule Poirot é abordado por  Ratchett, um americano que teme pela própria vida. Efetivamente o pior acontece e o homem é encontrado morto com 12 facadas em sua cabine. Então, o famoso detetive belga precisa pôr o cérebro para funcionar para reunir as pistas que o levarão ao assassino. Depois de se debruçar sobre uma trama complicada e cheia de mentiras e falsos indícios, Poirot apresenta não uma, mas duas soluções geniais para o crime.

    "O impossível não pode ter acontecido. Consequentemente, o impossível é possível, a despeito das aparências."

    Depois de certa resistência aos livros da Agatha Christie (não sei porquê), resolvi ler "Assassinato no Expresso do Oriente". Alguns dizem que se decepcionaram, etc; talvez porquê não se identifiquem com o gênero ou com a autora, é compreensível.
    Bom, eu li e entendi o porquê de Agatha ser a "Rainha do Crime". O livro me prendeu desde a primeira até a última palavra. A trama é extremamente envolvente e dificílima de largar.
    O que realmente me chamou atenção foram os métodos de investigação utilizados por Poirot, que fazia perguntas aparentemente inocentes aos suspeitos, mas que se mostraram importantíssimas na resolução do caso. Além, é claro, do final, quando o caso é solucionado. Uma grande surpresa. Um grande final.
    Não deixem de conferir! Beijos beijos <3

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Resenhando: O Alquimista


    Quando desejamos muito alguma coisa, o Universo conspira a favor. Basta interpretar uma linguagem que está além das palavras e revela aquilo que os olhos não podem ver. 

    O nosso livro de hoje é "O Alquimista", de (ninguém mais, ninguém menos que) Paulo Coelho.O livro é do ano de 1988, mas é e será sempre atual. 
    Aqui, temos a história de Santiago, um jovem pastor espanhol que um dia abandonou seu rebanho para perseguir um sonho. Santiago viaja em busca do tesouro mais magnífico do mundo. De sua casa na Espanha ele parte para uma jornada pelo deserto egípcio. Pelo seu árduo caminho, Santiago trabalha; junta dinheiro para continuar sua procura; se apaixona e finalmente chega a um oásis. Lá, ele conhece um alquimista que o ajuda a descobrir seu tesouro.

    "O mundo está nas mãos daqueles que tem a coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos."

    Simplesmente AMEI esse livro! É aquele tipo de livro que você não consegue parar de ler, sabe? É uma leitura muito fácil e de simples compreensão. Além, é claro, de trazer lições maravilhosas: nos mostra como tudo pode ser tão simples e complexo ao mesmo tempo; e que as coisas que tanto precisamos e procuramos estão muito mais perto do que imaginamos. Não deixem de conferir! Esse é para ler e reler! <3

Beijinhos :*

    

domingo, 10 de agosto de 2014

Resenhando: Diga aos lobos que estou em casa


    Olá, pessoal! Vamos resenhar? :)

     O ano é 1987. June Elbus, de 14 anos, é tímida na escola e vive uma relação distante com a irmã mais velha. Só há uma pessoa no mundo que a compreende: seu tio, o renomado pintor Finn Weiss. June só se sente "ela mesma" na companhia de Finn, que é seu padrinho, confidente e melhor amigo. O mundo da menina desaba quando o tio morre precocemente de uma doença sobre a qual sua mãe prefere não falar. Porém, a morte de Finn traz uma surpresa para a vida de June - alguém que irá ajudá-la a curar sua dor e reavaliar seus pensamentos sobre Finn, sobre sua família e sobre si mesma. No funeral, June vê um homem desconhecido que não tem coragem de se aproximar dos familiares de Finn. Depois, ela recebe um pacote pelo correio. Dentro dele há o lindo bule que pertenceu a seu tio (depois que eu entendi o bule na capa :P) e um bilhete de Toby, o homem que estava no funeral, pedindo uma oportunidade para encontrá-la. Os dois vão se aproximando, e June descobre que não é a única que tem saudades de Finn. Se ela conseguir confiar nesse novo amigo, ele pode se tornar a pessoa mais importante do mundo para June. 


"- Qual é o superpoder de June Elbus?
[...]
 - Coração. Coração duro - falei, sem saber ao certo de onde aquilo viera. - O coração mais duro do mundo.
  - Hummm - Toby disse, batendo um dedo no ar. - Esse é útil, sabe? Muito vantajoso. A questão é... 
 Fez uma pausa como se estivesse pensando em tudo aquilo com muita seriedade.
  - Qual a questão? 
  - A questão é: pedra ou gelo? Quebrar ou derreter?"


    De verdade, gente. Adorei o livro.
    A narrativa é bem linear. Não tem aqueles grandes momentos de adrenalina, super revelações, etc. É uma história simples, mas tem o poder de tocar profundamente a alma. É impossível não se sentir um pouco triste com a situação da June, mas é compreensível que ela tenha que enfrentar tudo isso e amadurecer.
    "Diga aos lobos que estou em casa" é uma história super sensível e muito válida pelas lições que nos traz. Lições de amadurecimento, perdão, amizade, amor, e de como a compaixão pode nos reconstruir.

    Espero que tenham gostado! Beijinhos <3

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Resenhando: Perdão, Leonard Peacock

    


    Olá, pessoal! <3
    Hoje, vamos resenhar sobre "Perdão, Leonard Peacock" de Matthew Quick, autor do sucesso "O lado bom da vida." Vamos lá?
    Estamos no dia do aniversário de Leonard Peacock. O mesmo dia em que ele sai de casa com uma arma na mochila para matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar. Mas antes ele precisa se encontrar com as quatro pessoas mais importantes de sua vida para se despedir: Walt, seu vizinho viciado em filmes antigos; Baback, o violinista que estuda em sua escola; Lauren, a menina cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, seu professor de Holocausto. Encontro após encontro, o tempo vai passando: até o final do dia Leonard estará morto.


"A chave é fazer algo que marque você para sempre na memória das pessoas comuns. Algo que importe."
                                                                         -Perdão, Leonard Peacock


    Confesso que estava beeem empolgada pra ler esse livro, gente. Mas não terminei com tanta empolgação assim. Não que o livro seja ruim, mas achei o final bem mais ou menos.
    Mas vamos aos pontos positivos:
    Apesar de não ser aquele personagem absolutamente cativante (tipo Augustus Waters!), a gente vai se acostumando com o Leonard e se colocando no lugar dele. Vemos que infelizmente existem pessoas com vidas como a dele e por isso chegam a pensar em atitudes extremas assim como ele.
    O romance não é mesmo muito leve, mas nos faz refletir como pessoas "normais" podem estar passando (ou ter passado) por situações que não passam nem perto dos nossos pensamentos. Nós realmente não deveríamos julgar ninguém sem conhecer cada detalhe.
    
    Mil beijos <3
    




sexta-feira, 27 de junho de 2014

Resenhando: A menina que roubava livros

    



   Oi, gente! <3

    Hoje eu vou falar sobre um livro que considero muuuuito especial (e acredito que muitos pensam assim também): A menina que roubava livros! 

    Em "A menina que roubava livros" temos a história de Liesel Meminger, uma menina que entre 1939 e 1943 encontrou a morte três vezes, e saiu viva de todas elas. O feito da menina impressionou a Morte, que então decidiu nos contar a história dela. Depois de ver seu irmão morrer nos braços da mãe, Liesel foi entregue aos cuidados de Hans (papai = um homem incrível e amoroso) e Rosa Hubermann (mamãe = uma dona de casa rabugenta e desbocada, mas no fundo, uma grande mulher), e passou a viver na rua Himmel, em uma área pobre da cidade de Molching, em meio a grandes dificuldades. Ao chegar na nova casa, Liesel trazia escondido o livro 'O manual do coveiro', um livro que o rapaz que enterrou seu irmão deixou cair, e seu primeiro roubo. O roubo desses livros guiou a vida de Liesel, quando a Alemanha era tomada pela guerra. A 'roubadora de livros' tinha sede de conhecimento. Sempre com a assistência de Hans e Max Vanderburg, judeu que vivia no porão (fugindo dos nazistas) e amigo muito especial, as palavras que Liesel encontrou nas páginas roubadas seriam mais tarde aplicadas ao contexto de sua própria vida. Sem esquecer, é claro, de personagens importantíssimos, como Rudy Steiner (seu melhor amigo, que deveria ter sido namorado hehehe <3 ) e a mulher do prefeito (uma melhor amiga que ela demorou a perceber como tal).

                 
     "Quando a morte conta uma história, você tem que parar pra ouvi-la."
                   - A menina que roubava livros

    O livro em questão não é exatamente uma leitura muito fácil, tendo como cenário a Segunda Guerra Mundial e Hitler, mas é ao mesmo tempo bem dinâmica, já que você tem realmente a sensação de que alguém está te contando uma história, graças a interação da Morte com o leitor. Inclusive, a Morte não é tão macabra. É irritante algumas vezes, contando o que acontecerá adiante, mas a gente acaba se apegando a essa narradora peculiar. 
    O livro nos traz lindas lições, como a existência da verdadeira amizade, a superação, a solidariedade... Mas, principalmente: como o conhecimento pode transformar vidas.

    Espero que tenham gostado! Comentem! Beijinhos <3

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Bem-vindos!

 


    Olá, pessoal! :)
    Primeiramente, sejam muito bem-vindos ao blog! 
    Eu sou a Vitória e criei o blog especialmente para falar de uma das minhas grandes paixões: livros (eventualmente falaremos de vários outros temas). Quero compartilhar minhas experiências literárias com vocês e claro, quero muito que compartilhem as suas comigo também. Como não costumo ficar sem livros, as novidades serão muitas. 
    Vamos nos divertir e trocar muitas figurinhas aqui! Entrem, sentem e fiquem à vontade! ;)
    Beijos, 
    
    Vitória